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5 fatos marcantes na vida do polêmico Serge Gainsbourg

26 de março de 2019 às 19:06

Serge Gainsbourg uma vez disse que “A feiúra é superior à beleza, porque dura para sempre”. Embora nunca tenha sido um galã, ele tornou um ícone da sedução e da rebeldia nos anos 1960. Considerado um dos grandes gênios da chanson française, ele também foi protagonista de polêmicas que chocaram a França da época. Veja alguns dos fatos mais marcantes na história desse enfant terrible:

Relacionamentos

Gainsbourg pode não ser famoso por sua beleza, mas mesmo assim ele conquistou mulheres durante toda a sua vida. Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, Juliette Gréco e Jane Birkin estão na lista de celebridades que já se relacionaram com ele. Todos os seus casos foram repletos de altos e baixos, por conta do perfil explosivo do músico. Os paparazzi que começavam a surgir na época, acompanhavam de perto os seus romances.

Drogas e álcool

Ele também ficou conhecido pelos seus excessos. Diversas vezes o cantor foi a entrevistas e programas de auditório completamente embriagado e também já foi detido por portar maconha. Aproveotando essa a associação do seu nome com o espírito libertário, em 1970 ele atuou e fez a trilha sonora do filme Cannabis, que retrata o sub-mundo do crime.

Filha famosa

A atriz Charlotte Gainsbourg é filha dele com a atriz e cantora Jane Birkin. Nem mesmo com sua filha ele deixou de lado sua tendência pela polêmica. Junto com Charlotte, ele gravou a canção Lemon Incest. No clipe da música, os dois cantam enquanto estão deitados numa cama, insinuando uma relação. Très bizarre!

Casa museu

A casa onde Gainsbourg morou no é até hoje um ponto turístico para todos os fãs do cantor.  Localizada no bairro de Saint-Germain-des-Prés, na rua Rue Verneuil, ela é se tornou um point para artistas que prestar suas homenagens com grafittis e poemas rabiscados. Nós já fizemos uma lista dos lugares preferidos de Serge Gainsbourg em Paris.

serge-gainsbourg-maison

Biografia diferentona

Em 2011, a vida agitada do cantor virou tema de uma cinebiografia. O diretor Joann Sfar, mesmo de O gato do rabino, teve sua estreia no cinema com o filme Gainsbourg – o homem que amava as mulheres. A biografia não pretende ser um retrato fiel, tanto que utiliza uma boneco caricato para interpretar as reflexões internas do protagonista. O filme foi muito bem recebido e acabou sendo uma homenagem poética ao mestre Gainsbourg

 

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