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Filmes em francês – Os filmes prediletos da nossa equipe

17 de setembro de 2021 às 11:00

Ninguém melhor do que a equipe da Aliança Francesa de São Paulo para dar dicas de filmes em francês! Aqui na Aliança, a gente vive e respira a cultura francófona!

Nesta série quinzenal, você vai encontrar filmes em francês de diferentes gêneros e países! Prepare o papel e a caneta para fazer a sua lista…

 

1 –  À Fond (Até o fundo)

Francine Kunghel dos Santos

Diretora de Arte na Aliança Francesa de São Paulo

Dei boas risadas com o filme À Fond (Até o fundo). Me interessei em assistir, pois achei que o autor principal era Robert Downey Jr., mas no decorrer do filme percebi que não. De qualquer forma, ri demais com as situações que acontecem. O filme é sobre uma família que tira férias e o carro dá uma pane na estrada e a partir daí é só confusão e muitas gargalhadas. Valeu à pena para relaxar um pouco.

 

1 –  Le Petit Prince

Vitor Augusto Ferreira

Coordenador de Marketing e Comunicação na Aliança Francesa de São Paulo

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Como bom libriano, não sei eleger um favorito, mas o primeiro que me veio a mente é o filme do Le Petit Prince (2015), por considerar uma ótima descoberta para quem está se familiarizando com a língua francesa. Aqui, o clássico da literatura de 1943 – famoso entre crianças e adultos pelas suas frases e lições – é recontado de uma forma diferente, com outros personagens. Sem spoilers, mas, em certo momento é quase que uma continuação ao livro. Sendo assim, recomendo para quem já leu o livro e, apesar da ingênua (e lindíssima) animação, tenho a impressão que emociona mais adultos que crianças….De fato, “toutes les grandes personnes ont d’abord été des enfants, mais peu d’entre elles s’en souviennent.”.

2 – Perdi Meu Corpo (J’ai Perdu Mon Corps)

Bárbara Cristina de Carvalho

Estagiária de Marketing na Aliança Francesa de São Paulo

 

Escolhi falar deste filme porque é uma das minhas animações prediletas. Ela aborda assuntos extremamente importantes e é repleta de metáforas relacionadas a problemas existenciais, ao luto e à transição da juventude para a vida adulta. É uma animação lenta, mas cativante. Sua arte é linda, com cenários noturnos e com a escolha certa dos tons de cada cena. Se você curte animações que te façam refletir e te tirem da zona de conforto, vale a pena tirar um tempinho para assistir essa.

 

3 – “Eu, mamãe e os meninos”

Lívia Carmona

Gerente Cultural na Aliança Francesa de São Paulo

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“Eu, mamãe e os meninos” conta a história do menino Guillaume que era visto pela mãe de modo diferente – por isso o nome em francês Les Garçons et Guillaume à Table, algo como “meninos e Guillaume, à mesa”, ou seja, a fala da mãe sempre separa os outros filhos homens do Guillaume. Não dá pra falar muito do filme sem dar spoiler, mas a genialidade com o que traz os rótulos e as etiquetas colocadas pela sociedade (e pela mãe) sobre o personagem é incrível! Esse filme é adaptado de uma peça de teatro escrita pelo Guillaume Gallienne que, além de escritor/roteirista, no filme ele interpreta ele mesmo (sim, é autobiográfico) e também faz o personagem da sua mãe, com uma maquiagem incrível!

 

4 – Ikaka, primeiro filme da Guiné Equatorial em língua francesa

Suzana Tomei Toniato

Gerente de Ensino na Aliança Francesa de São Paulo

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Ikaka é um curta-metragem em francês produzido e filmado na Guiné Equatorial, único país de língua espanhola da África. O filme trata da história de uma jovem com uma perna debilitada que se torna cantora. Esta aventura humana foi a oportunidade de abordar aspectos culturais interessantes que aparecem no filme.

Na Guiné Equatorial, três línguas oficiais coexistem: espanhol, francês e português. No entanto, a língua espanhola é a mais presente e o francês é ensinado desde a escola primária e é falado por muitas pessoas que viveram em países vizinhos de língua francesa. Optei por escrever sobre este filme por ser o primeiro em francês apresentado no país. Também foi um grande sucesso durante a celebração da Francofonia, em março de 2017, onde foi apresentado a um público de mais de 300 pessoas.

Este projeto foi muito interessante, porque reuniu muitos falantes de francês de todas as idades, às vezes marginalizados, que coescreveram o roteiro e atuaram no filme graças ao treinamento que receberam.

O filme foi selecionado no mesmo ano no Festival Ecrans Noirs em Camarões e pode ser visualizado gratuitamente:

 

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