Top 5: Curiosidades sobre Yves Saint Laurent

25 de maio de 2018 às 15:43

No dia 01/06 completam-se dez anos da morte de um dos mais renomados estilistas franceses. Yves Saint Laurent deixou um enorme legado e ocupa posição de destaque na história da moda. Com dois museus dedicados às suas criações – um em Paris e outro em Marrakech – e dois filmes sobre sua biografia, Saint Laurent é, ainda hoje, uma figura querida pelos franceses. Veja aqui algumas curiosidades sobre a vida do estilista:

 

Yves Saint Laurent não nasceu na França

Apesar de ser mais conhecido pela sua vida na França, Yves Henri Donat Mathieu Saint Laurent nasceu em Orã, na Argélia, no dia 1º de agosto de 1936. Sua família francesa é francesa, mas em 1870 se mudado para o país africano, que na época era uma colônia da França.

 

Ele lutou na guerra da Argélia

Em 1960, quando já era o estilista da Dior, Yves Saint Laurent foi convocado para servir na guerra de independência da Argélia. Nesta época ele viveu situações que lhe provocaram traumas dos quais nunca teria se recuperado.

 

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Criou modelos icônicos

O legado de Yves Saint Laurent é marcado pela criação de modelos que entraram para a história, com a substituição da cintura marcada pelo vestido evasê e o tubinho Mondrian e sua criação mais célebre, o smoking feminino. De acordo com Pierre Bergé, marido de Yves, “Chanel libertou as mulheres e Saint Laurent lhes deu o poder”.

 

Não assistia a desfiles de outras marcas

Até janeiro de 2001, um ano antes de sua aposentadoria, Saint Laurent nunca havia assistido a nenhum desfile que não fosse seu. O hábito foi quebrado quando compareceu ao desfile de Hedi Slimane, que trabalhava para a Dior. O ato, no entanto, causou mal estar pois a Dior pertencia a um grupo concorrente ao que havia acabado de comprar a sua própria marca.

 

Tinha uma forte relação com o Marrocos

Nascido na Argélia e naturalizado francês, Saint Laurent desenvolveu também uma forte relação com o Marrocos. Ele passou boa parte da vida entre Paris e Marrakech, que era um escape da vida atribulada que levava na capital europeia. Sobre o país, o estilista disse certa vez: “No Marrocos, descobri uma variedade de cores em mosaicos, pinturas e nas roupas locais. Devo a este país a ousadia do meu trabalho. Às suas audaciosas combinações”.